Satisfaction

Publicado: 5 de novembro de 2010 em Música

O que é pior:
– Não ter/não ser o que você sempre quis; ou ter/ser tudo o que você sempre desejou e descobrir que não é o suficiente?
O que me mata é esse maldito buraco no peito. Essa sensação de vazio que nada preenche.
É estranho ter tudo e ao mesmo tempo se sentir tão vazio.
Acho que sou uma dessas pessoas sem vocação para felicidade. Não importa o que aconteça, não importa o que eu tenha, eu nunca estou satisfeita.

Para alguns a felicidade é muito simples: ter um bom emprego, gastar R$ 400,00 numa única noite, sentir-se cobiçada ou pensar em alguém antes de dormir.
Me desculpem, mas eu não confio em pessoas felizes! Elas não são confiáveis! Se o mundo delas desaba, são capazes de qualquer coisa para reesbatelecer a tranquilidade.

Talvez o que empaca a minha vida é pensar demais e sentir de menos.

E você, o que te faz feliz?

Steal my heart away

Publicado: 22 de setembro de 2010 em Citações, Livros, Música

“Preciso encontrar alguém que me traga de volta para a vida. Penso enquanto subo a escada rolante. Sabe, sou uma daquelas pessoas que nasceram com um buraco no peito. Por isso, sempre me pergunto se existe algum lugar no mundo para pessoas como eu.
É simplesmente uma esperança latente de uma miserável criatura que só consegue conceber a identidade a partir do duplo. É a maldição do espelho. Aprendi que a única maneira de controlar minha melancolia é continuar sonhando.
Eu não quero mais sentir nada artificial. Que seja dor ou prazer, percebi que tudo que eu quero é sentir emoções reais.
Como diria Tenessee Williams: “É preferível sentir dor do que não sentir nada.”
Abro uma garrafa de bebida, eu quero entrar dentro dela. Bebo no gargalo. Nunca uma bebida me pareceu tão amarga. Ela desce rasgando.
Tento igualar a garrafa ao meu estado de espirito: Vazio”

~~

Trechos do livro “GO” – Nick Farewell, que por ironia do destino o encontrei na noite de SP. Ele me chamou de canto e me deu o livro autografado.

Roads

Publicado: 13 de agosto de 2010 em Música

Aos meus olhos estamos numa geração péssima. Não, não estou falando da Era dos Coloridos. Tô falando da “Geração dos Encalhados”. Aliás, somos a primeira geração! (Quem é meu amigo particular já conhece minha teoria).
A maioria de nós têm seus 20 e poucos anos, mora com os pais, não tem pretensão de morar sozinho, a maioria não tem uma profissão e nem perspectivas e ambições na vida.
É uma geração difícil para nós e para nossos pais que na nossa idade já haviam se casado, tinham filhos, sustentavam uma casa e família, tinham obrigações e responsabilidades.
Hoje é comum ver pessoas com + de 30 anos se esbaldando na balada, se entupindo de bebidas e indo dormir no conforto da “Asa da mamãe”, sem maiores responsabilidades.

Parece que as pessoas não amadurecem. Ou será que eu que envelheci? Não vejo mais graça nessas coisas e elas não me acrescentam nada! Digam o que quiserem, mas sim, sou a favor da família e do casamento. E acima de tudo, sou à favor que as pessoas amadureçam, tenham objetivos na vida e que vão atrás deles.

Roads: Ohh, can’t anybody see, We’ve got a war to fight. Never found our way…

Cruisin

Publicado: 10 de agosto de 2010 em Livros, Música
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“Há um paralelo perturbador entre o crescimento do turismo e a multiplicação de casos sentimentais. Amamos da mesma forma como viajamos, por períodos curtos e seguindo roteiros predeterminados. Apaixonamo-nos para ter lembranças, cartas, um conjunto de sensações, novas cores em nossa íris; para ter o que contar no escritório, aos nossos amigos, ao nosso psicanalista. Não existe diferença entre o amor e as viagens, pois sempre voltamos a eles.”
“Por que ele tinha se apaixonado por aquelas mulheres? Eram bonitas e inteligentes, mas faltava-lhes personalidade. Talvez as tivesse escolhido por isso: Amara mulheres cuja perda não lhe causaria nenhuma dor duradoura

MARTIN PAGE – Talvez uma história de amor, página 101

What Else Is There?

Publicado: 5 de agosto de 2010 em Música
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O consumo permite que nos mantenhamos vivos em um mundo sem Deus, sem causas coletivas e onde histórias sentimentais não duram mais que dois anos. [*]

Estamos na era do fast food e da digestão lenta, do homem grande de caráter pequeno, lucros acentuados e relações vazias. Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas ‘mágicas’. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa. [**]

What Else Is There?

Think about…

[*] Martin Page – Talvez uma história de amor – página 42       [**] Recebi por e-mail, não sei o nome do autor. Quem souber me conta 😉


No matter what you do

Publicado: 5 de agosto de 2010 em Música
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Melancia, Melão, Maçã, Uva…. Sou do tempo em que a moranguinho era apenas uma menininha sapeca.

Não, o mundo não me agrada. Em nada!! Hoje não faço mais parte da grande maioria das mulheres que enxergam cada homem no mundo como um namorado em potencial.

“You can change your face but can’t change your mind. No matter what you do

Apresentando

Publicado: 4 de agosto de 2010 em Apresentação
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Olá leitores e curiosos,

Meu nome é Denise, tenho 24 anos e sou de São Paulo.

Vocês encontrarão aqui assuntos variados. O Blog chama-se “A Droga da Inteligência” pois pensar é um mal. É uma doença invisível, sem cura que vai matando aos poucos. E quando você sai da “Matrix” não há mais volta. Aos poucos você se torna a melhor companhia para si mesmo e o convívio entre quem você acredita ser, quem você queria ser e quem você realmente é, vai se estabelecendo sem grandes conflitos.

Tudo começava bem, você não tinha nada, você não era ninguém.

Meus posts misturam idéias próprias e citações de autores. Perdoem-me não dar os devidos créditos, mas eu não me lembro mais o que li.

Os comentários são abertos. Não precisa cadastro para comentar. Fiquem à vontade para fuçar e criticar. É só clicar no “balãozinho acima”

Sejam Bem Vindos =]

Beijos Denise